Novembro!

17 11 2008


O meu Goias não cabe mais na imensidão dos seus pensamentos”

Esse final de semana fui alem do horizonte…

Matei a saudade do meu limite vertical…

Ouvi sons e senti odores do meu inicio…

Meu inicio majestoso naqueles penhascos…

Por mil segundos pude rever as costas dos passaros…

Por mil segundos me perdi naquela imensidão de abismo…

Lá do alto…

Eu vi ainda o quanto eu tenho que caminhar …

Para conheçer mais e mais…

Do meu Goias…

Do meu cerrado…

Quanto mais me embrenho nas entranhas do Goias…

Descubro que o meu eu da cidade grande esta morrendo…

Então quero que surja um novo homem…

Um novo eu…

Mais brando…

Mais sereno…

Mais responsavel…

E com mais vontade…

Abraços a todos…





O Moleque dos kalungas!

25 09 2008

Uma festa sem precedentes…
Um calor desanimador…
as desconfianças beiravam …
ao desconforto….

Mais uma vez
Escutei suas lamurias
Vi suas lagrimas molhar o sertão
Senti por instantes a sua necessidade.

Todavia…
Algo conforta
A sua dança ..
Sua cantoria
sua satisfação…
Em ser goiano.
Em ser Kalunga.





Criatividade!!

24 06 2008


A criatividade …
Espanta…
Surpreende…
Afasta…
Junta…
Encanta…
Esse nosso mundo…
Sem limites…
Alias..
De pessoas e artistas…

As idéias deveriam sair mais das mentes
Passear pelo nosso campo físico
Nem que seja só para fotografar.

Ganhei um selo …
Idéias criativas…
Creio que somos todos artistas…
É bom saber que somos diferença…
Pelo menos na vida de algumas pessoas…
Pelo menos de uma basta…
Obrigado Aline ,a do vestido,estampado.





Anuncio!

12 06 2008


procura-se princesa…





Vuando!!!

30 05 2008


Eu estou simplesmente voando
Em algumas idéias
Em alguns projetos
Por isso
A ausência
Porem
Sempre nas lembranças boas





21 05 2008


Ahhh
Adoravel mundo novo
Que de novo não tem nada
Que de Adoravel
pior ainda

Então…
Porque olhas assim
Com essa cara feliz?

Ahh muleque
Vai brincar
Vai Sorrir

Vai viver no seu mundo faz de conta
De bola e pique pega
De queimada e escorrega

Ahhh criança
Sua guerra nessa idade
é apenas de lama.





Sem Cebola!

12 05 2008

Na montanha a janta era variada…
Tudo com cebola…
Escutava o vento batendo na janela do abrigo….
E as conversas da cozinha…
Os guias e as cozinheiras…
Bebiam sem param…
Os gringos jogavam cartas…
Esperando o tempo passar…
Estava ansioso…
Agoniado…
Esperando o tempo melhorar…

Tudo cinza…
Sem fotos…
As forças iam embora…
Em cada ida minha na janela embaçada…
Era meio dia…
Ainda teria que passar a tarde inteira …
Escutando a nevasca…
Escutando meus pensamentos…
Escutando minha saudade…
A montanha estava me pegando ali…
No primeiro acampamento…

Sabe…
Eu detesto cebola!…








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